François Morellet
Uma paixão pela geometria
Após um período figurativo, ele se voltou para a arte abstrata em 1950, influenciado por Mondrian, Max Bill e suas viagens ao Brasil e a Granada. Ele desenvolveu uma linguagem baseada em formas simples e composições rigorosas, integrando a matemática e os princípios sistemáticos em seu processo criativo.

François Morellet
Arte cinética e obras de luz
Na década de 1960, foi cofundador do Groupe de recherche d’art visuel (GRAV), explorando a arte cinética e a interação com a percepção visual. Em 1963, introduziu os tubos de neon, abrindo caminho para obras luminosas inovadoras, muitas vezes tingidas de um humor sutil.
Integração arquitetônica
A partir da década de 1970, Morellet começou a multiplicar seus projetos in situ, transformando espaços por meio de intervenções monumentais. Suas obras, como L’Esprit d’escalier no Louvre, testemunham seu talento para integrar tradição e modernidade. Seu trabalho foi exibido em instituições de prestígio na França e no exterior.